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02 setembro 2016

Resenha: FRANKENSTEIN ❤ Mary Shelley

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Foto: Reprodução/Livro Frankenstein
Título: Frankenstein
Autor (a): Mary Shelley
Editora: L&PM Pocket
Número de páginas: 256

“Eis que, terminada minha escultura viva, esvaía-se a beleza que eu sonhara, e eu tinha diante dos olhos um ser que me enchia de terror e repulsa.”

   Frankenstein é um romance narrado através de cartas escritas pelo Capitão Robert Walton à sua irmã Margareth, contando suas aventuras em busca de uma passagem pelo Polo Norte.

   Em um momento da viagem Walton resgata um homem misterioso chamado Victor Frankenstein. A medida que os dias passam Victor se recupera e ambos começam a ficar amigos. Em meio a conversas Victor decide contar a Walton sua história desde o início, quando era um jovem apaixonado pela ciência.


   Um dos desejos de Victor era entender os mistérios envolvendo a morte e após experimentos resolve criar um ser humano, retirando os materiais necessários de salas de dissecação e matadouros e devotando todo seu tempo e energia nessa tarefa. Porém ao ver a criatura pronta, Victor enche-se de horror e a abandona, rezando para que ela suma e nunca mais apareça.


   A criatura que Victor criou é um personagem ingenuo e sem maldades que busca um sentido para a própria existência. Encontrando-se sozinho ele aprende a sobreviver e sendo vítima de repulsa por sua aparência se refugia em um canto de onde observa a vida de uma família pobre. Com o tempo ele passa a sentir afeto pelos habitantes da casa, observando-os ele aprende a falar e se prepara para se apresentar a eles, não estando preparado para o que acontece a seguir.


   O livro é cheio de reviravoltas e surpresas nos deixando agoniados, ambos os personagens cativam e revoltam, além disso o livro nos traz várias reflexões e indagações sobre a natureza humana. Somos maus por natureza ou são as circunstancias que nos tornam maus? Afinal quem é o monstro, o criador ou sua criatura?